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O poema em cinema é o recorte qual o diretor russo utilizou; sem atores profissionais, sem roteiro, um cenário, e ainda assim conseguiu imprimir a imagem reflectida, grande reflexão.
Como paralelo, as imagens comuns do cotidiano da época, trazem a quem assiste, o grande panorama da vida nas cidades. Sendo que, o olhar humano em movimento, mostra a repercussão das coisas como indissociáveis da natureza humana.
O espelho, talvez, seja o traço marcante, para refletir a vida na metrópole escolhida como tempo para a narrativa cinematografica. Por tal observação, vale o tempo, como discrição poética de uma época.
As cores expostas, num filme preto e branco, do cinema primordial e épico, antigo e inaugural, inigualável e criativo, são a denominação do sentimento que insurge, àqueles que assistem a trajectória da vida naqueles instantes.